Jornal Cachoeiras 27 11 2010
Nos primórdios das civilizações a dor era relacionada ao mal, à magia, às trevas e aos demônios e cuidada pelos sacerdotes, shamans e feiticeiros. Este “sinal de alerta” era considerado um inimigo que deveria ser combatido e execrado com expiações, rituais e até sacrifícios. Tudo começou com o castigo divino do pecado original, quando Eva foi sentenciada ao parto com dor e Adão a dor extenuante do trabalho.
Platão, antes de Cristo, afirmou: dói quando a proporção ou a harmonia dos elementos que compõem o ser vivo é ameaçada ou comprometida e, vivendo uma auto-consonância e em equilíbrio com a natureza, o homem dela se desvencilharia. Epícuro, três séculos antes da Era Cristã, profetizou a dor como conseqüência da busca do prazer vulgar e desmesurado.
Jesus pregou a não concepção de dor-punição ao bem aventurar os aflitos, assinalando que o sofrimento seria uma oportunidade de purificação da alma. Para Hipócrates, sedar a dor era obra divina - “Sedare Dolorem Opus Divinum Est”.
Se nos humanos a dor tem relação com “culpas” e “resgates” o que dizer nos inculpados animais que também a conhecem e dela padecem. No espiritismo a dor animal é um instinto de preservação, a insensibilidade de seus corpos físicos seria incompatível com a vida. Segundo esta corrente, a excitação psíquica oriunda da dor auxilia no despertar do princípio inteligente, já no homem sendo a consciência definida, é uma reação aos abusos do livre arbítrio, e nele, a que mais dói é a moral.
Por não verbalizar fica difícil o entendimento da dor física nos animais. Sua detecção é muito mais dependente de mudanças comportamentais do que de sinais específicos. Podem ser evidências de dor: depressão, desconforto, falta de atenção, gemido, diminuição do apetite, mutilação, imobilidade, agressividade, isolamento, tremores, taquipneia e taquicardia.
A debelação da dor nos animais, além de ser uma questão ética, tem a ver com sentimentos humanitários. Na atualidade a terapêutica dispõe de medicamentos que proporcionam bem estar aos animais violentados pela dor.
sábado, 27 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
O gato em evolução
Jornal Cachoeiras 20 11 2010
Há nove milênios, utilizado no controle dos indesejáveis ratos que infestavam os campos e lugarejos daqueles tempos, teve início a domesticação dos gatos. Os animais atuais descendem de uma espécie malhada que habitava a Mesopotâmia e o esclavagismo se deu quando a humanidade engatinhava na agricultura.
A relação do gato com o homem é cada vez mais intensa, fortalecida por sua notável adaptação a espaços reduzidos, comuns nas moradias das grandes cidades e, por melhor tolerar a ausência prolongada de seus donos. Em alguns lugares do Primeiro Mundo sua densidade populacional aproxima-se, e até supera, a dos cães.
Há quem diga que o processo de domesticação desses felinos ainda não se completou, e que muitas características ocultas, num futuro próximo, virão à luz da etologia. São poucas as informações sobre sua vida comportamental; o estreitamento na relação com o homem mostrará com o tempo, peculiaridades que levarão a um melhor entendimento da sua organização e dinâmica psicossocial.
São comuns queixas relacionadas à conduta desses animais como - sair à noite, urinar em local inadequado, arranhar móveis, e predar, que dependendo da intensidade podem causar impacto na fauna local. Essa forte tendência predatória pode ser atalhada evitando o contato do filhote gatinho com suas possíveis presas.
A maioria dessas manifestações não representa desvio de conduta ou alterações comportamentais, são processos naturais da vida de relação desses bichanos.
Algumas medidas podem ser adotadas, para desviar esta conduta incômoda para locais e situações desejadas, como por exemplo, incluir um pedaço de madeira no quintal, para aliviar a pressão sobre os móveis. A castração pode resolver as brigas de caráter libidinoso, além de evitar ninhadas indesejadas.
O gato é um animal interessante, amigo, sagaz, limpo, sensível e dotado de percepções que transcendem o nosso tempo. Entendê-lo e amá-lo também é parte da nossa evolução.
Há nove milênios, utilizado no controle dos indesejáveis ratos que infestavam os campos e lugarejos daqueles tempos, teve início a domesticação dos gatos. Os animais atuais descendem de uma espécie malhada que habitava a Mesopotâmia e o esclavagismo se deu quando a humanidade engatinhava na agricultura.
A relação do gato com o homem é cada vez mais intensa, fortalecida por sua notável adaptação a espaços reduzidos, comuns nas moradias das grandes cidades e, por melhor tolerar a ausência prolongada de seus donos. Em alguns lugares do Primeiro Mundo sua densidade populacional aproxima-se, e até supera, a dos cães.
Há quem diga que o processo de domesticação desses felinos ainda não se completou, e que muitas características ocultas, num futuro próximo, virão à luz da etologia. São poucas as informações sobre sua vida comportamental; o estreitamento na relação com o homem mostrará com o tempo, peculiaridades que levarão a um melhor entendimento da sua organização e dinâmica psicossocial.
São comuns queixas relacionadas à conduta desses animais como - sair à noite, urinar em local inadequado, arranhar móveis, e predar, que dependendo da intensidade podem causar impacto na fauna local. Essa forte tendência predatória pode ser atalhada evitando o contato do filhote gatinho com suas possíveis presas.
A maioria dessas manifestações não representa desvio de conduta ou alterações comportamentais, são processos naturais da vida de relação desses bichanos.
Algumas medidas podem ser adotadas, para desviar esta conduta incômoda para locais e situações desejadas, como por exemplo, incluir um pedaço de madeira no quintal, para aliviar a pressão sobre os móveis. A castração pode resolver as brigas de caráter libidinoso, além de evitar ninhadas indesejadas.
O gato é um animal interessante, amigo, sagaz, limpo, sensível e dotado de percepções que transcendem o nosso tempo. Entendê-lo e amá-lo também é parte da nossa evolução.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A deusa da cerveja
Jornal Cachoeiras 13 10 2010
Onde hoje é o Iraque a alguns milhares de anos viveram os Sumérios, que já domesticavam animais, irrigavam, drenavam a terra e conheciam a escrita cuneiforme, a roda, a astrologia e naturalmente a cerveja.
Na mitologia suméria, Enki - “deus da água doce”, era casado com sua irmã Ninti -“rainha do lago sagrado”. Foi ele quem cochichou no ouvido de Noé de como escapar do dilúvio bíblico e junto de sua mulher Ninti, participou da criação humana dando seus sangues na concepção.
Desta incestuosidade nasceram oito crianças que sarariam os oito ferimentos que enfraquecia Enki. Uma delas, Ninkasi - “deusa da cerveja”, emergiu das águas frescas e resplandecentes para mitigar e saciar os desejos e prazeres da humanidade. É a que farta as bocas e abranda os corações permitindo a dádiva da “gelada” aos mortais.
Fruto da fermentação alcoólica de cereais maltados a cerveja, principalmente a clara, dourada e amarga “larger”, é a bebida mais apreciada no mundo. O aroma e o gosto travento vêm do lúpulo (humulus lúpulus) introduzido nos tempos medievais, sem ele a cerveja seria adocicada por causa do açúcar do cereal utilizado.
O chope chegou ao Brasil com a família real portuguesa, é a cerveja não pasteurizada e servida sob pressão. Bebê-lo era um privilégio da Corte. O colarinho de espuma que se forma são partículas da bebida misturadas com o gás carbônico, funciona como um isolante térmico, mantendo as características organolépticas e o frescor da bebida.
Segundo artigo publicado pelo British Medical o consumo consciente de cerveja diminui consideravelmente a incidência de problemas cardíacos. Na população da Baviera, maior consumidora no mundo, as doenças do coração na são relevantes.
Por aqui o Ministério da Saúde aponta o alcoolismo como a terceira causa de morte no Brasil, só ficando atrás dos males cardíacos e do câncer e é a principal causa de acidentes fatais no transito.
A bebida alcoólica é boa e má, os benefícios e os malefícios têm relação direta com o uso e o abuso, com a moderação e a compulsão.
Onde hoje é o Iraque a alguns milhares de anos viveram os Sumérios, que já domesticavam animais, irrigavam, drenavam a terra e conheciam a escrita cuneiforme, a roda, a astrologia e naturalmente a cerveja.
Na mitologia suméria, Enki - “deus da água doce”, era casado com sua irmã Ninti -“rainha do lago sagrado”. Foi ele quem cochichou no ouvido de Noé de como escapar do dilúvio bíblico e junto de sua mulher Ninti, participou da criação humana dando seus sangues na concepção.
Desta incestuosidade nasceram oito crianças que sarariam os oito ferimentos que enfraquecia Enki. Uma delas, Ninkasi - “deusa da cerveja”, emergiu das águas frescas e resplandecentes para mitigar e saciar os desejos e prazeres da humanidade. É a que farta as bocas e abranda os corações permitindo a dádiva da “gelada” aos mortais.
Fruto da fermentação alcoólica de cereais maltados a cerveja, principalmente a clara, dourada e amarga “larger”, é a bebida mais apreciada no mundo. O aroma e o gosto travento vêm do lúpulo (humulus lúpulus) introduzido nos tempos medievais, sem ele a cerveja seria adocicada por causa do açúcar do cereal utilizado.
O chope chegou ao Brasil com a família real portuguesa, é a cerveja não pasteurizada e servida sob pressão. Bebê-lo era um privilégio da Corte. O colarinho de espuma que se forma são partículas da bebida misturadas com o gás carbônico, funciona como um isolante térmico, mantendo as características organolépticas e o frescor da bebida.
Segundo artigo publicado pelo British Medical o consumo consciente de cerveja diminui consideravelmente a incidência de problemas cardíacos. Na população da Baviera, maior consumidora no mundo, as doenças do coração na são relevantes.
Por aqui o Ministério da Saúde aponta o alcoolismo como a terceira causa de morte no Brasil, só ficando atrás dos males cardíacos e do câncer e é a principal causa de acidentes fatais no transito.
A bebida alcoólica é boa e má, os benefícios e os malefícios têm relação direta com o uso e o abuso, com a moderação e a compulsão.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Bactérias. A batalha quase perdida
Jornal Cachoeiras 30 10 2010
Estamos em desvantagem na luta travada contra os microorganismos, as bactérias tomaram à dianteira causando temor na humanidade. Desde advento da penicilina pelo escocês Alexander Fleming a batalha contra esses seres primitivos é alternada com avanços e recuos em ambas as frentes. Existem bactérias que despistam os antibióticos mudando sua conformação, o produto penetra em seu organismo, mas não encontram o seu alvo e há as que produzem enzimas que detonam com o medicamento administrado.
As bactérias resistentes normalmente aparecem em locais onde circulam mais os antibióticos como os hospitais, pondo em riscos os mais debilitados. O que assusta é seu aparecimento fora deste ambiente.
Na década de 80 algumas cepas resistentes surgiram na Alemanha; produzindo uma única enzima que vencia vários antibióticos ao mesmo tempo. A parte do DNA que comandava esta produção se duplicava e, o mais preocupante, era transmitido para outros tipos de bactérias. Nos anos noventa estes microorganismos resistentes se espalharam pelo mundo e hoje estão presentes inclusive em nossos hospitais.
Alguns acreditam que a era da antibioticoterapia está com os dias contados e novas drogas hão de ser compendiadas para que essa batalha, ainda não definida, continue. O Stafilococos já deixou pra traz quase duas centenas delas e hoje reina nos hospitais com os Enterococos, Pneumococos e as gram negativas Pseudomonas, Escherichia, Enterobacter e a super Klebsiella pneomoniae carbapenemase (KPC).
A utilização de antibacterianos tem de ser revista e normatizada pra que a guerra contra os microorganismos siga em equilíbrio. O uso não regulado destes produtos tem contribuído para o aparecimento de cepas bacterianas mais mortíferas.
O ingresso de antibióticos no nosso organismo, além da cominação racional, vem de várias maneiras: automedicação, prescrição inoportuna e ingestão de frangos, carne e outros produtos impregnados desses agentes. Estes animais recebem 30 vezes mais antibióticos do que os humanos.
Na verdade abusamos da parafernália farmacológica e menosprezamos o poderoso exército invisível que é encontrado nos mais recônditos lugares do planeta.
Estamos em desvantagem na luta travada contra os microorganismos, as bactérias tomaram à dianteira causando temor na humanidade. Desde advento da penicilina pelo escocês Alexander Fleming a batalha contra esses seres primitivos é alternada com avanços e recuos em ambas as frentes. Existem bactérias que despistam os antibióticos mudando sua conformação, o produto penetra em seu organismo, mas não encontram o seu alvo e há as que produzem enzimas que detonam com o medicamento administrado.
As bactérias resistentes normalmente aparecem em locais onde circulam mais os antibióticos como os hospitais, pondo em riscos os mais debilitados. O que assusta é seu aparecimento fora deste ambiente.
Na década de 80 algumas cepas resistentes surgiram na Alemanha; produzindo uma única enzima que vencia vários antibióticos ao mesmo tempo. A parte do DNA que comandava esta produção se duplicava e, o mais preocupante, era transmitido para outros tipos de bactérias. Nos anos noventa estes microorganismos resistentes se espalharam pelo mundo e hoje estão presentes inclusive em nossos hospitais.
Alguns acreditam que a era da antibioticoterapia está com os dias contados e novas drogas hão de ser compendiadas para que essa batalha, ainda não definida, continue. O Stafilococos já deixou pra traz quase duas centenas delas e hoje reina nos hospitais com os Enterococos, Pneumococos e as gram negativas Pseudomonas, Escherichia, Enterobacter e a super Klebsiella pneomoniae carbapenemase (KPC).
A utilização de antibacterianos tem de ser revista e normatizada pra que a guerra contra os microorganismos siga em equilíbrio. O uso não regulado destes produtos tem contribuído para o aparecimento de cepas bacterianas mais mortíferas.
O ingresso de antibióticos no nosso organismo, além da cominação racional, vem de várias maneiras: automedicação, prescrição inoportuna e ingestão de frangos, carne e outros produtos impregnados desses agentes. Estes animais recebem 30 vezes mais antibióticos do que os humanos.
Na verdade abusamos da parafernália farmacológica e menosprezamos o poderoso exército invisível que é encontrado nos mais recônditos lugares do planeta.
sábado, 23 de outubro de 2010
Escolhendo um filhote
Jornal Cachoeiras 23 10 2010
O estilo de vida tem de ser levado em conta na escolha de um filhote. Se você tem uma vida livre voltada a prática de esportes se adaptará melhor com o Fox terrier, Dinamarques, Dachshund, Boxer, Collie, Border ou Husky. Se sedentário opte pelo Pequinês, Golden retriever, Pug e Yorkshire. Para crianças é melhor o Poodle, Pirineu, Beagle e Labrador e pra sua segurança o Dobernann, Rottweiler, Starfordshire e Pit bull.
Ter um animal emocionalmente equilibrado e esbanjando saúde tem início na escolha do filhote, evite adquirir animais medrosos, tristes, tímidos e acanhados.
É importante conhecer sua ancestralidade. Displasia coxofemoral, oclusões dentárias, sarna demodécica, testículo incluso e personalidade inadequada podem ter uma gênese genética.
Na infância é onde acontece sua formação psicológica e a construção de sua personalidade, qualquer interferência ruinosa neste período ocasionará reflexos indesejáveis no futuro. Agressividade descontrolada, taras, fobias e inadequação ao meio familiar podem ser fruto de uma formação desequilibrada, resultante de violências físicas, confinamentos perpétuos e outros desvios atrozes.
Sob o ponto de vista médico veterinário medidas têm de ser adotadas em prol de uma boa saúde. Pulgas, carrapatos, sarnas, moscas e outros parasitas, por razões obvias, têm de estarem permanentemente sob controle, assim como os vermes intestinais.
Algumas enfermidades como a cinomose e parvovirose têm maior prevalência durante o período de crescimento, onde ainda não há uma eficaz barreira imunológica que é adquirida com anticorpos formados a partir da vacinação. É importante um bom programa de imunização instituído pelo médico veterinário de sua confiança.
Uma alimentação racional, equilibrada, rica em proteínas de boa qualidade, vitaminas, minerais e pobre em fibras é de vital importância para um bom desenvolvimento. Hoje o mercado alimentício animal dispões de boas rações.
Evite a alimentação emocional, nem tudo que é bom para o nosso organismo será bom para o seu animal.
O estilo de vida tem de ser levado em conta na escolha de um filhote. Se você tem uma vida livre voltada a prática de esportes se adaptará melhor com o Fox terrier, Dinamarques, Dachshund, Boxer, Collie, Border ou Husky. Se sedentário opte pelo Pequinês, Golden retriever, Pug e Yorkshire. Para crianças é melhor o Poodle, Pirineu, Beagle e Labrador e pra sua segurança o Dobernann, Rottweiler, Starfordshire e Pit bull.
Ter um animal emocionalmente equilibrado e esbanjando saúde tem início na escolha do filhote, evite adquirir animais medrosos, tristes, tímidos e acanhados.
É importante conhecer sua ancestralidade. Displasia coxofemoral, oclusões dentárias, sarna demodécica, testículo incluso e personalidade inadequada podem ter uma gênese genética.
Na infância é onde acontece sua formação psicológica e a construção de sua personalidade, qualquer interferência ruinosa neste período ocasionará reflexos indesejáveis no futuro. Agressividade descontrolada, taras, fobias e inadequação ao meio familiar podem ser fruto de uma formação desequilibrada, resultante de violências físicas, confinamentos perpétuos e outros desvios atrozes.
Sob o ponto de vista médico veterinário medidas têm de ser adotadas em prol de uma boa saúde. Pulgas, carrapatos, sarnas, moscas e outros parasitas, por razões obvias, têm de estarem permanentemente sob controle, assim como os vermes intestinais.
Algumas enfermidades como a cinomose e parvovirose têm maior prevalência durante o período de crescimento, onde ainda não há uma eficaz barreira imunológica que é adquirida com anticorpos formados a partir da vacinação. É importante um bom programa de imunização instituído pelo médico veterinário de sua confiança.
Uma alimentação racional, equilibrada, rica em proteínas de boa qualidade, vitaminas, minerais e pobre em fibras é de vital importância para um bom desenvolvimento. Hoje o mercado alimentício animal dispões de boas rações.
Evite a alimentação emocional, nem tudo que é bom para o nosso organismo será bom para o seu animal.
sábado, 16 de outubro de 2010
Cães na terceira idade
Jornal Cachoeiras 16 10 2010
Um “pequinês” com seis anos ainda é relativamente novo, um “fila” a partir desta idade começa a sofrer os efeitos do tempo. As raças menores vivem mais que as maiores.
Com a idade as articulações não são as mesmas e sofrem com as artrites, artroses, hérnias de disco e calcificações. O coração bate cansado e as alterações valvulares já se fazem notar com a tosse e o cansaço. Tumores invadem os órgãos e alguns com características malignas, na fêmea o mais comum é o mamário.
Os rins não filtram como antes e as impurezas e toxinas já não conseguem deixar o corpo através da urina, sobrecarregando e intoxicando o organismo do animal. É a insuficiência renal e a temida uremia.
A placa bacteriana enfraquece a raiz do dente provocando sua queda, além de gerar mau hálito, reduzir o apetite e inflamar as gengivas. A gengivite é uma porta de entrada para bactérias patogênicas infeccionar o organismo, pondo em risco o coração com a temida endocardite bacteriana.
Quando a velhice chega, cuidados com a saúde são imprescindíveis. Prevenir a obesidade, remover os tártaros, praticar exercícios físicos moderados e visitar o veterinário regularmente aumentam a longevidade com melhor qualidade de vida.
Catarata, doença vestibular, insuficiência cardíaca, doença renal crônica, alterações articulares e distúrbios glandulares têm relação com a senilidade.
Nunca esqueça que quanto mais idoso, mais o nosso melhor amigo precisa dos nossos cuidados.
Um “pequinês” com seis anos ainda é relativamente novo, um “fila” a partir desta idade começa a sofrer os efeitos do tempo. As raças menores vivem mais que as maiores.
Com a idade as articulações não são as mesmas e sofrem com as artrites, artroses, hérnias de disco e calcificações. O coração bate cansado e as alterações valvulares já se fazem notar com a tosse e o cansaço. Tumores invadem os órgãos e alguns com características malignas, na fêmea o mais comum é o mamário.
Os rins não filtram como antes e as impurezas e toxinas já não conseguem deixar o corpo através da urina, sobrecarregando e intoxicando o organismo do animal. É a insuficiência renal e a temida uremia.
A placa bacteriana enfraquece a raiz do dente provocando sua queda, além de gerar mau hálito, reduzir o apetite e inflamar as gengivas. A gengivite é uma porta de entrada para bactérias patogênicas infeccionar o organismo, pondo em risco o coração com a temida endocardite bacteriana.
Quando a velhice chega, cuidados com a saúde são imprescindíveis. Prevenir a obesidade, remover os tártaros, praticar exercícios físicos moderados e visitar o veterinário regularmente aumentam a longevidade com melhor qualidade de vida.
Catarata, doença vestibular, insuficiência cardíaca, doença renal crônica, alterações articulares e distúrbios glandulares têm relação com a senilidade.
Nunca esqueça que quanto mais idoso, mais o nosso melhor amigo precisa dos nossos cuidados.
sábado, 2 de outubro de 2010
A água que mata
Jornal Cachoeiras 01 10 2010
A água que mata a sede também mata com suas poluições e contaminações, sem falar das mortandades decorrentes dos desastres hidrometeorológicos. No próximo século será a vez da escassez também matar.
Grande parte dos 0,6 % disponíveis para utilização está inadequada. Do que resta uma boa parcela é impotável e assola com seus agravos grande parte da humanidade, principalmente nos países pobres.
A água sofre contaminação orgânica através dos biodegradáveis oriundos da prática agrícola; da contaminação química pelo clorados orgânicos e metais pesados; e da contaminação biológica pelos microorganismos.
As verminoses, a amebíase, a febre tifóide, as leptospiroses, a hepatite e a cólera ainda matam populações nas nações excluídas. Segundo a OMS a cada vinte segundos uma criança menor de cinco anos morre por enfermidade diarréica. No Brasil são mais de três milhões de famílias sem água tratada, a mercê das conseqüências decorrentes da sua não potabilidade.
Cada um de nós consome 300 mil litros/ano, dos quais a metade é desperdiçada. Só com o banho jogamos fora vinte mil.
China, Índia, África e Oriente médio já sentem o problema da falta d’água. No próximo século as guerras, hoje políticas e pelo domínio do petróleo, serão motivadas pela água.
O desperdício é um grande aliado da futura escassez, junto à poluição e contaminação. Atitudes simples como evitar vazamentos, adotar banho racional, não “varrer” o quintal com água, e não lavar o carro e a calçada com mangueira ajuda na sua preservação.
É obrigação do estado fornecer água adequada para o consumo. Proteger essa substância formada pelos dois gases, hidrogênio e oxigênio, é dever jurídico de cada cidadão.
Para sua segurança só consuma água de procedência confiável e não a deixe parada por aí, o Aedes aegypti está a caminho.
A água que mata a sede também mata com suas poluições e contaminações, sem falar das mortandades decorrentes dos desastres hidrometeorológicos. No próximo século será a vez da escassez também matar.
Grande parte dos 0,6 % disponíveis para utilização está inadequada. Do que resta uma boa parcela é impotável e assola com seus agravos grande parte da humanidade, principalmente nos países pobres.
A água sofre contaminação orgânica através dos biodegradáveis oriundos da prática agrícola; da contaminação química pelo clorados orgânicos e metais pesados; e da contaminação biológica pelos microorganismos.
As verminoses, a amebíase, a febre tifóide, as leptospiroses, a hepatite e a cólera ainda matam populações nas nações excluídas. Segundo a OMS a cada vinte segundos uma criança menor de cinco anos morre por enfermidade diarréica. No Brasil são mais de três milhões de famílias sem água tratada, a mercê das conseqüências decorrentes da sua não potabilidade.
Cada um de nós consome 300 mil litros/ano, dos quais a metade é desperdiçada. Só com o banho jogamos fora vinte mil.
China, Índia, África e Oriente médio já sentem o problema da falta d’água. No próximo século as guerras, hoje políticas e pelo domínio do petróleo, serão motivadas pela água.
O desperdício é um grande aliado da futura escassez, junto à poluição e contaminação. Atitudes simples como evitar vazamentos, adotar banho racional, não “varrer” o quintal com água, e não lavar o carro e a calçada com mangueira ajuda na sua preservação.
É obrigação do estado fornecer água adequada para o consumo. Proteger essa substância formada pelos dois gases, hidrogênio e oxigênio, é dever jurídico de cada cidadão.
Para sua segurança só consuma água de procedência confiável e não a deixe parada por aí, o Aedes aegypti está a caminho.
Assinar:
Comentários (Atom)