Jornal Cachoeiras 19/03/2011
A prática da adoção é a maior prova de crescimento interior, cuidado social e incomensurável amor. E não é só humana, mesmo por razões diferentes das nossas não é incomum esta dádiva em outras espécies animais
As razões que levam a adotar são diferentes entre as espécies, mas o instinto de salvaguardar a vida é inconteste.
Assim como tem fêmeas que adotam os órfãos, tem as que os rejeitam e até canibalizam suas próprias crias, condição que pode ter como gênese uma inadequada interferência humana, depressão pós-parto, forte stress ou imaturidade da jovem parturiente.
Uma cadela com desequilíbrio hormonal em estado de pseudociese ou gestação psicológica pode “adotar” outro filhote, brinquedo de pelúcia ou outro objeto inanimado como se fosse seu bebê. Também a “confusão de identidade” pode levar um animal a adotar outro, é o caso da galinha Mabel de Shropshire no oeste da Inglaterra que abandonou seu galinheiro e assumiu quatro cãezinhos, defendendo-os com unhas e dentes, ou melhor, com unhas e bico.
Perambula pelas ruas e vielas das cidades um exército de animais abandonados, sujeitos ao laço da carrocinha, violência, fome, frio e ao isolamento. A adoção racional além de um exercício de consciência é uma forma de minimizar o sofrimento desses irmãos excluídos.
Adote um animal.
segunda-feira, 21 de março de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Os sinantrópicos
Jornal Cachoeiras 26 02 2011
Zoonoses são enfermidades comuns a homens e animais, algumas graves como a raiva e leptospirose estão entre as quase duas centenas existentes, e constituem a maioria das infecções e parasitoses que acometem a humanidade.
O controle dessas doenças engloba atividades voltadas aos animais errantes que perambulam pelas cidades, sem holocausto naturalmente. A leishmaniose visceral, que tem o cão como hospedeiro, preocupa pela sua crescente expansão.
Também é imprescindível o combate aos perigosos animais sinantrópicos, que são aqueles que se adaptaram ao homem a despeito da vontade deste. Ratos, baratas, pombos, mosquitos e caracol africano fazem parte deste time, que encontram nas habitações humanas e suas cercanias bastante alimento e abrigo.
Esses agregados são encontrados nas habitações, ruas, margens de rios e terrenos baldios em busca de nutrientes, facilmente encontrados nos restos, lixos e águas paradas que compõe o cenário urbano.
Não é bem vinda a proximidade de alguns desses sinantrópicos aos nossos alimentos. Situações em que as regras de higiene não são consideradas a prevalência de toxinfecções e outros distúrbios alimentares são constantes.
Estabelecimentos que comercializam e manipulam alimentos como trailers, pastelarias, bares e restaurantes tem de estar conscientes que além de uma questão de saúde pública, o respeito aos padrões de higiene revertem em uma clientela segura e confiante.
Poucas cidades exercem com consciência e eficácia estas atividades tão importantes para uma boa saúde coletiva. Por ser fiscalizadora e punitiva, não caem bem no âmago político, tanto é que pouco se fala sobre o assunto.
Zoonoses são enfermidades comuns a homens e animais, algumas graves como a raiva e leptospirose estão entre as quase duas centenas existentes, e constituem a maioria das infecções e parasitoses que acometem a humanidade.
O controle dessas doenças engloba atividades voltadas aos animais errantes que perambulam pelas cidades, sem holocausto naturalmente. A leishmaniose visceral, que tem o cão como hospedeiro, preocupa pela sua crescente expansão.
Também é imprescindível o combate aos perigosos animais sinantrópicos, que são aqueles que se adaptaram ao homem a despeito da vontade deste. Ratos, baratas, pombos, mosquitos e caracol africano fazem parte deste time, que encontram nas habitações humanas e suas cercanias bastante alimento e abrigo.
Esses agregados são encontrados nas habitações, ruas, margens de rios e terrenos baldios em busca de nutrientes, facilmente encontrados nos restos, lixos e águas paradas que compõe o cenário urbano.
Não é bem vinda a proximidade de alguns desses sinantrópicos aos nossos alimentos. Situações em que as regras de higiene não são consideradas a prevalência de toxinfecções e outros distúrbios alimentares são constantes.
Estabelecimentos que comercializam e manipulam alimentos como trailers, pastelarias, bares e restaurantes tem de estar conscientes que além de uma questão de saúde pública, o respeito aos padrões de higiene revertem em uma clientela segura e confiante.
Poucas cidades exercem com consciência e eficácia estas atividades tão importantes para uma boa saúde coletiva. Por ser fiscalizadora e punitiva, não caem bem no âmago político, tanto é que pouco se fala sobre o assunto.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Cuidado com os carrapatos
Jornal Cachoeiras 12 02 2011
Cada fêmea matura centenas de ovos com o sangue tirado do seu hospedeiro que eclodirão num irrequieto bando de larvas sedentas. Em pouco tempo ela morrerá deixando milhares de descendentes.
Os cães são os preferidos da vampiresca investida dos carrapatos, por razões óbvias os acorrentados, os encarcerados, os ignorados e os mal tratados são os mais vulneráveis.
Diferente de outras espécies, o “carrapato vermelho” do cão tem geotropismo negativo. Procura esconderijo acima do solo, nos muros e paredes do canil. Um intenso parasitismo pode levar a uma severa anemia e maior probabilidade de adquirir graves doenças, como a erlishiose e babesiose, bastante comuns em nosso meio.
O “carrapato estrela” ataca cavalos, capivaras e com menor freqüência outras espécies, eventualmente nos abordam. Transmitem a letal febre maculosa causada pela bactéria “Rickettsia rickettsii”; é uma zoonose em plena expansão.
Com o objetivo de alcançar três milhões de animais, a Prefeitura de São Paulo introduzirá num período de dois anos quase quinhentos mil “microchips” em cães e gatos daquela cidade, evitando com essa medida a proliferação de zoonoses urbanas.
Usar roupa adequada quando em locais infestados e manter o animal e o ambiente livre de carrapatos, são medidas necessárias. A retirada manual do artrópode é desaconselhada, parte do seu aparelho bucal pode ficar retida na pele causando infecção local.
É comum desprendê-lo com cabeça de fósforos quente, mas o “stress” provocado pelo calor faz com que o carrapato, se portador, libere bactérias e protozoários no local da picada.
Não deixe seu cão ser banquete para esses temíveis hematófagos.
Cada fêmea matura centenas de ovos com o sangue tirado do seu hospedeiro que eclodirão num irrequieto bando de larvas sedentas. Em pouco tempo ela morrerá deixando milhares de descendentes.
Os cães são os preferidos da vampiresca investida dos carrapatos, por razões óbvias os acorrentados, os encarcerados, os ignorados e os mal tratados são os mais vulneráveis.
Diferente de outras espécies, o “carrapato vermelho” do cão tem geotropismo negativo. Procura esconderijo acima do solo, nos muros e paredes do canil. Um intenso parasitismo pode levar a uma severa anemia e maior probabilidade de adquirir graves doenças, como a erlishiose e babesiose, bastante comuns em nosso meio.
O “carrapato estrela” ataca cavalos, capivaras e com menor freqüência outras espécies, eventualmente nos abordam. Transmitem a letal febre maculosa causada pela bactéria “Rickettsia rickettsii”; é uma zoonose em plena expansão.
Com o objetivo de alcançar três milhões de animais, a Prefeitura de São Paulo introduzirá num período de dois anos quase quinhentos mil “microchips” em cães e gatos daquela cidade, evitando com essa medida a proliferação de zoonoses urbanas.
Usar roupa adequada quando em locais infestados e manter o animal e o ambiente livre de carrapatos, são medidas necessárias. A retirada manual do artrópode é desaconselhada, parte do seu aparelho bucal pode ficar retida na pele causando infecção local.
É comum desprendê-lo com cabeça de fósforos quente, mas o “stress” provocado pelo calor faz com que o carrapato, se portador, libere bactérias e protozoários no local da picada.
Não deixe seu cão ser banquete para esses temíveis hematófagos.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Os cães pagam o pato
Jornal Cachoeiras 05 02 2011
Os agravos ao meio ambiente levam a urbanização de vetores de enfermidades silvestres, inclusive o Lutzomyia, popularmente conhecido como mosquito palha, cangalinha ou birigui, transmissor dos protozoários flagelados do gênero Leishimania ao homem e animais.
A fêmea deste díptero sai à caça de sangue, preferencialmente no crepúsculo, à noite e durante o dia em ambientes úmidos e sombrios. Não é difícil identificá-lo: é pequeno, peludo, castanho claro ou palha, voa saltitando e em pouso suas asas ficam entreabertas e ligeiramente levantadas. Proliferam em chiqueiros, galinheiros, enfim em locais com matéria orgânica em decomposição, próximos a mata e nas encostas dos morros.
O processo migratório do homem e seus animais têm contribuído sobremaneira para a dispersão geográfica de importantes zoonoses, dentre elas as que têm como agentes organismos unicelulares. Um exemplo é a doença de Chagas e as Leishmanioses em franca expansão territorial.
Na esfera doméstica o cão é o principal reservatório da enfermidade e o tratamento geralmente não resulta em cura etiológica, tornando-o um portador assintomático. No ambiente silvestre, a raposa e outros canídeos são os hospedeiros naturais.
Em muitos países o tratamento da Leishmaniose canina é permitido, por aqui o Ministério da Saúde veda terapia com medicamentos humanos e não reconhece a utilização de vacinas no seu controle, apesar da Organização Mundial de Saúde não falar em eutanásia quando se refere ao Calazar.
Existem meios e procedimentos, apesar de não serem baratos, para o controle da Leishmaniose canina que deve ser acompanhado por um médico veterinário habilitado.
Que é um problema de saúde pública é incontestável, porém os cães pagarem o pato pelos surtos de doenças que nós provocamos quando desequilibramos o meio ambiente, é além de contra senso uma desumanidade.
Os agravos ao meio ambiente levam a urbanização de vetores de enfermidades silvestres, inclusive o Lutzomyia, popularmente conhecido como mosquito palha, cangalinha ou birigui, transmissor dos protozoários flagelados do gênero Leishimania ao homem e animais.
A fêmea deste díptero sai à caça de sangue, preferencialmente no crepúsculo, à noite e durante o dia em ambientes úmidos e sombrios. Não é difícil identificá-lo: é pequeno, peludo, castanho claro ou palha, voa saltitando e em pouso suas asas ficam entreabertas e ligeiramente levantadas. Proliferam em chiqueiros, galinheiros, enfim em locais com matéria orgânica em decomposição, próximos a mata e nas encostas dos morros.
O processo migratório do homem e seus animais têm contribuído sobremaneira para a dispersão geográfica de importantes zoonoses, dentre elas as que têm como agentes organismos unicelulares. Um exemplo é a doença de Chagas e as Leishmanioses em franca expansão territorial.
Na esfera doméstica o cão é o principal reservatório da enfermidade e o tratamento geralmente não resulta em cura etiológica, tornando-o um portador assintomático. No ambiente silvestre, a raposa e outros canídeos são os hospedeiros naturais.
Em muitos países o tratamento da Leishmaniose canina é permitido, por aqui o Ministério da Saúde veda terapia com medicamentos humanos e não reconhece a utilização de vacinas no seu controle, apesar da Organização Mundial de Saúde não falar em eutanásia quando se refere ao Calazar.
Existem meios e procedimentos, apesar de não serem baratos, para o controle da Leishmaniose canina que deve ser acompanhado por um médico veterinário habilitado.
Que é um problema de saúde pública é incontestável, porém os cães pagarem o pato pelos surtos de doenças que nós provocamos quando desequilibramos o meio ambiente, é além de contra senso uma desumanidade.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Comigo ninguém pode
Jornal Cachoeiras 29 01 2011
Cuidar, alimentar, atender as necessidades básicas e ter respeito não só pelo indivíduo, mas pela própria vida animal, são fatores indispensáveis para o sucesso da relação com outras espécies.
O equilíbrio na alimentação desde a tenra idade é primordial para uma vida saudável e para o bom funcionamento dos sistemas do organismo de cães e gatos. A atenção alimentar passa pela quantidade ministrada, freqüência e principalmente pela qualidade dos nutrientes oferecidos.
Alguns produtos da nossa gastronomia não são adequados aos animais. A teobromina do chocolate; o n-propil dussulfito presente na cebola; a persina do abacate; o alcalóide solamina, encontrado na batata, cará, inhame e aipim crus; o ácido cianídrico liberado por substâncias presentes nas sementes de algumas frutas como o damasco e o pêssego; o cylitol que entra na composição das balas e pirulitos são exemplos de algumas toxinas que podem causar sérios problemas de saúde nos animais.
Estimulantes como o café e o chá preto, bebida alcoólica, uva e passas, laranja, lúpulo, folha e caule de legume, cereja, pêra, feijão, amêndoa, parte verde da batata, ameixa, osso de galinha e alimento deteriorado também são inadequados. A uva, em qualquer de suas apresentações, possui uma toxina, até então desconhecida muito perigosa para os gatos.
A antrometotoxina da azaléa; o oxalato de cálcio do comigo ninguém pode e copo de leite; os alcalóides beladonados da trombeta; os glicosídeos cardiotóxicos da espirradeira e a toxalbumina da mamona, pinhão roxo e costela de adão devem ficar distantes dos curiosos animais de estimação.
Cuidar, alimentar, atender as necessidades básicas e ter respeito não só pelo indivíduo, mas pela própria vida animal, são fatores indispensáveis para o sucesso da relação com outras espécies.
O equilíbrio na alimentação desde a tenra idade é primordial para uma vida saudável e para o bom funcionamento dos sistemas do organismo de cães e gatos. A atenção alimentar passa pela quantidade ministrada, freqüência e principalmente pela qualidade dos nutrientes oferecidos.
Alguns produtos da nossa gastronomia não são adequados aos animais. A teobromina do chocolate; o n-propil dussulfito presente na cebola; a persina do abacate; o alcalóide solamina, encontrado na batata, cará, inhame e aipim crus; o ácido cianídrico liberado por substâncias presentes nas sementes de algumas frutas como o damasco e o pêssego; o cylitol que entra na composição das balas e pirulitos são exemplos de algumas toxinas que podem causar sérios problemas de saúde nos animais.
Estimulantes como o café e o chá preto, bebida alcoólica, uva e passas, laranja, lúpulo, folha e caule de legume, cereja, pêra, feijão, amêndoa, parte verde da batata, ameixa, osso de galinha e alimento deteriorado também são inadequados. A uva, em qualquer de suas apresentações, possui uma toxina, até então desconhecida muito perigosa para os gatos.
A antrometotoxina da azaléa; o oxalato de cálcio do comigo ninguém pode e copo de leite; os alcalóides beladonados da trombeta; os glicosídeos cardiotóxicos da espirradeira e a toxalbumina da mamona, pinhão roxo e costela de adão devem ficar distantes dos curiosos animais de estimação.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Os grandes farejadores
Cachoeiras Jornal 15 01 2011
O azul da Gasconha originaria da francesa província da Gascogne é a mais antiga raça de cães farejadores que se tem notícia. Os cães com esta característica são utilíssimos como adjuvantes nas operações de salvamento das grandes tragédias humanas.
Para ser um desses heróis anônimos o animal precisa ser bastante curioso, brincalhão, ter excelente olfato, ser dócil, destemido, de tamanho adequado e resistente. As raças mais utilizadas são o pastor, o boxer, o dobermann, o golden e o labrador, que detém o título de grande farejador com suas 250 milhões células olfativas; na frente do pastor com 220 e Fox terrier com 175. Os mais utilizados são os flexíveis e adestráveis pastores e o labrador com seu olfato excepcional.
Esses animais possuem um perfil que lhes conferem aptidão para o resgate de vitimas nas tragédias naturais, nos desabamentos e em e outros dramas humanos.
Apesar de não possuírem boa visão a sua cambimetria de quase 270º lhes conferem um espectro visual privilegiado, útil na procura em escombros. A cambimetria humana é de 180º.
Os cães de resgate quando encontram uma vítima com vida latem incessantemente recomendando ação rápida de socorro, do contrario a rapidez já não é tão necessária.
Os grandes farejadores sempre juntos dos bombeiros e policiais são também utilizados na busca de explosivos, procura de pessoas perdidas e detecção de drogas, que teve início no Vietnam quando os soldados americanos tiveram graves envolvimentos com a heroína.
Cães geólogos acham minerais sob o solo, meteorologistas prevêem as intempéries e os trufeiros localizam trufas. Tem os que encontram obras de arte roubadas, os que percebem vazamentos de gás e outros que auxiliam na elucidação de crimes como os cães forenses.
O azul da Gasconha originaria da francesa província da Gascogne é a mais antiga raça de cães farejadores que se tem notícia. Os cães com esta característica são utilíssimos como adjuvantes nas operações de salvamento das grandes tragédias humanas.
Para ser um desses heróis anônimos o animal precisa ser bastante curioso, brincalhão, ter excelente olfato, ser dócil, destemido, de tamanho adequado e resistente. As raças mais utilizadas são o pastor, o boxer, o dobermann, o golden e o labrador, que detém o título de grande farejador com suas 250 milhões células olfativas; na frente do pastor com 220 e Fox terrier com 175. Os mais utilizados são os flexíveis e adestráveis pastores e o labrador com seu olfato excepcional.
Esses animais possuem um perfil que lhes conferem aptidão para o resgate de vitimas nas tragédias naturais, nos desabamentos e em e outros dramas humanos.
Apesar de não possuírem boa visão a sua cambimetria de quase 270º lhes conferem um espectro visual privilegiado, útil na procura em escombros. A cambimetria humana é de 180º.
Os cães de resgate quando encontram uma vítima com vida latem incessantemente recomendando ação rápida de socorro, do contrario a rapidez já não é tão necessária.
Os grandes farejadores sempre juntos dos bombeiros e policiais são também utilizados na busca de explosivos, procura de pessoas perdidas e detecção de drogas, que teve início no Vietnam quando os soldados americanos tiveram graves envolvimentos com a heroína.
Cães geólogos acham minerais sob o solo, meteorologistas prevêem as intempéries e os trufeiros localizam trufas. Tem os que encontram obras de arte roubadas, os que percebem vazamentos de gás e outros que auxiliam na elucidação de crimes como os cães forenses.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Coitados dos bichinhos ETs
Jornal Cachoeiras 08 01 2011
Evidências da inteligência canina são observadas por muitos que se dedicam ao estudo do mundo animal, e pelos que mantém estreito vínculo com esta espécie.
Atitudes e comportamentos inteligentes, discernimento e emotividade, são descritos por muitos etólogos e psicólogos de cães. Com o avanço das pesquisas, o âmago psíquico do melhor amigo do homem vem sendo vasculhado e muito ainda tem para ser desvendado.
Não é por acaso que os caninos, dentre outras espécies, são os que mais vínculos possuem com os humanos; compartilhando de várias maneiras do seu mundo, no campo das relações, da psicologia e quem sabe até da espiritualidade.
Existem cães neuróticos, felizes, deprimidos, alegres e tristes e acredito que, sentimentos tidos como exclusivos do homem como ódio, ciúme, inveja, raiva, desejo e amor também fazem parte, guardando as proporções, de sua psique.
A capacidade intelectiva do Borden, seguido do Poodle, Pastor alemão e Golden retrivier são inegáveis. São considerados por Stalen Coren, como sendo os mais inteligentes das 133 raças analisadas. Porém é uma regra variável, existem muitos “vira-latas” inteligentíssimos.
Mais de duzentos juízes de prova do American Kennel Club participaram desta pesquisa, fundamentada na inteligência funcional, na facilidade com que aprendem comandos, assimilam ensinamentos e executam tarefas.
Talvez com o entendimento da alma canina, a compreensão e o respeito a esta tão importante espécie serão praticados e os erros e barbáries, até então cometidos, reparados.
Foi preciso quase levar as baleias ao extermínio para que entendêssemos a sua importância. A baleia orca foi chamada de assassina porque matava para sobreviver; como ainda fazemos com porcos, bois, cabritos, galinhas, perus e coelhos. Este cetáceo é hoje, como o cão e o golfinho, utilizado com sucesso como adjuvante na terapia de distúrbios psíquicos em humanos.
Os cães ainda são subestimados, maltratados e abandonados quando convém, porque deixou de ser o filhote engraçadinho, não era o brinquedo que o filho queria, ficou doente, porque a raça saiu de moda e vai por aí a fora.
Enfrascados humanos, ainda buscam vidas em outros planetas.
Coitados dos bichinhos ETs.
Evidências da inteligência canina são observadas por muitos que se dedicam ao estudo do mundo animal, e pelos que mantém estreito vínculo com esta espécie.
Atitudes e comportamentos inteligentes, discernimento e emotividade, são descritos por muitos etólogos e psicólogos de cães. Com o avanço das pesquisas, o âmago psíquico do melhor amigo do homem vem sendo vasculhado e muito ainda tem para ser desvendado.
Não é por acaso que os caninos, dentre outras espécies, são os que mais vínculos possuem com os humanos; compartilhando de várias maneiras do seu mundo, no campo das relações, da psicologia e quem sabe até da espiritualidade.
Existem cães neuróticos, felizes, deprimidos, alegres e tristes e acredito que, sentimentos tidos como exclusivos do homem como ódio, ciúme, inveja, raiva, desejo e amor também fazem parte, guardando as proporções, de sua psique.
A capacidade intelectiva do Borden, seguido do Poodle, Pastor alemão e Golden retrivier são inegáveis. São considerados por Stalen Coren, como sendo os mais inteligentes das 133 raças analisadas. Porém é uma regra variável, existem muitos “vira-latas” inteligentíssimos.
Mais de duzentos juízes de prova do American Kennel Club participaram desta pesquisa, fundamentada na inteligência funcional, na facilidade com que aprendem comandos, assimilam ensinamentos e executam tarefas.
Talvez com o entendimento da alma canina, a compreensão e o respeito a esta tão importante espécie serão praticados e os erros e barbáries, até então cometidos, reparados.
Foi preciso quase levar as baleias ao extermínio para que entendêssemos a sua importância. A baleia orca foi chamada de assassina porque matava para sobreviver; como ainda fazemos com porcos, bois, cabritos, galinhas, perus e coelhos. Este cetáceo é hoje, como o cão e o golfinho, utilizado com sucesso como adjuvante na terapia de distúrbios psíquicos em humanos.
Os cães ainda são subestimados, maltratados e abandonados quando convém, porque deixou de ser o filhote engraçadinho, não era o brinquedo que o filho queria, ficou doente, porque a raça saiu de moda e vai por aí a fora.
Enfrascados humanos, ainda buscam vidas em outros planetas.
Coitados dos bichinhos ETs.
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